IFV

Para calcular o Índice de Future Vision, a equação do futuro. Siga os passos abaixo:

Área de Atuação

Mega Tendências

  • A conectividade assumiu decisivamente o poder, conectando pessoas e empresas de forma permanente, potenciando as relações, a troca de informação e o diálogo 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) facilitada a partir da convergência tecnológica e do surgimento constante de novas soluções nas áreas de vestíveis, implantáveis, realidade aumentada, impressão 3D, internet das coisas ou inteligência artificial.

    O fenômeno dos smartphones, iniciado em 2007 pela Apple, alterou completamente o comportamento humano e influenciou decisivamente mercados, negócios e empresas, a partir do momento em que tudo passou a estar à distância de um click disponível nos milhares de apps que se tornaram presentes em nossas vidas.

    Com uma previsão de atingir 100% da população conectada entre 2022 e 2025, quem não estiver conectado e, principalmente, quem não entender a convergência tecnológica estará irremediavelmente fora do jogo.

    Nota:
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  • Motivada pela conexão, a velocidade com que tudo acontece é cada vez maior. Ao estarmos mais conectados em rede também conseguimos ter cada vez mais poder. Uma pessoa sozinha tem determinada influência mas quando se junta ao grupo ganha um poder imparável.

    A força da sociedade conectada e globalizada está assumindo o seu papel de influenciadora e transformadora do mundo, ultrapassando a tradicional atuação das marcas no esforço de se promoverem através dos chamados canais tradicionais. A avaliação de um hotel no tripadvisor tem muito mais credibilidade do que a comunicação do hotel em si, uma vez que essa nota resulta da opinião de quem já frequentou esse hotel. Da mesma forma, a avaliação que um motorista do uber apresenta transmite maior ou menor segurança a quem irá utilizar os seus serviços posteriormente.

    Por outro lado, a forma como todos em todo o lugar acedem à informação potencia uma escala verdadeiramente global de tudo o que acontece, assistindo-se a um movimento de globalização digital, profundamente transformador da sociedade em que vivemos.

    Nota:
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  • A expectativa de vida tem aumentado de forma permanente, registando hoje um aumento de 3 meses de vida por cada ano. Nos próximos anos, a expectativa de vida aumentará mais de 1 ano por ano. Isto significa que chegaremos à marca de 120/130 anos de expectativa de vida na próxima década.

    Tendo o planeta atingido já a marca de 7 bilhões de pessoas e caminhando para chegar a 8 bilhões até 2030, estamos enfrentando uma realidade de termos mais gente, durando mais tempo e com isso criando novas realidades de coexistência entre as várias gerações. É hoje normal encontrar em uma mesma empresa pessoas das várias gerações (baby boomers, x, y e já a z também). Isso abre inúmeras oportunidades e demonstra a evolução que a humanidade está vivendo.

    Ao mesmo tempo, nos remete para a reflexão necessária sobre como produzir de forma sustentável e como utilizar os escassos recursos para "acomodar" toda a população do planeta.

    Nota:
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  • A preocupação com as mudanças climáticas e com a questão sustentável tem crescido e mobilizado cada vez mais pessoas em torno do tema.

    É um fato que o planeta está vivendo (muito pela culpa da intervenção humana) uma mudança climática sem precedentes com impactos enormes nos recursos naturais e na qualidade ambiental. A consciência sobre o ambiente é cada vez maior e tende a assumir mais importância nas agendas das pessoas, empresas e governos mobilizando todos para um movimento comum de maior sustentabilidade, maior consciência e ação.

    Quem não considerar em suas estratégias este tema será afastado, não só pelos governos e pelas mais apertadas leis mas, principalmente, pelos consumidores que não terão problema em descartar uma marca que não se comprometa com práticas mais sustentáveis e amigas do ambiente e que não defenda a mobilização de todos à sua volta, na busca de um planeta melhor para todos.

    Nota:
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  • Com o livro O Mundo é Plano, Thomas Friedman, explicou parte da mudança que estamos vivendo: o poder que a Europa e os USA tinham perdeu força para os chamados BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - South África) e o mundo tem caminhado para uma maior globalização.

    Novos países estão ditando as regras e as mudanças globais da próxima década. Seja por posição estratégica ou capacidade produtiva e abertura à mudança o ecossistema em torno da China e da Índia afirmar-se-á como pólo produtivo e consumidor.

    Novos acrônimos substituirão os BRICS e veremos o crescimento dos MINT (México, Indonésia, Nigéria e Turquia) e dos SICK (Síria, Índia, Coreias Unificadas) contaminando geograficamente as regiões onde atuam com melhorias consideráveis da qualidade produtiva e de vida das populações. Aqueles que antes eram países não estratégicos estão mudando a tabela da classificação, seja pela adoção de novas tecnologias, seja pela mudança de mindset e maior capacidade de adaptação e flexibilidade.

    Nota:
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  • Os avanços genéticos em todas as áreas têm reescrito muitas das páginas consideradas intocáveis na história. Seja no âmbito da medicina, alimentação ou reprodução, a genética tem contribuído decisivamente para a evolução da humanidade.

    Ao mesmo tempo, a elevada dependência da conexão tem nos transformado de tal forma que já se afirma que esta é a última geração de homo sapiens (frase proferida por Yuval Harari na última convenção de Davos), caminhado para a chamada geração algorítmica ou singular.

    A singularidade representa um evento histórico previsto para o futuro, no qual a humanidade atravessará um estágio de colossal avanço tecnológico em um curtíssimo espaço de tempo e no qual todos serão um mix de homem e máquina.

    Se já hoje não conseguimos nos separar dos smartphones, smart watches e smart tudo, em breve teremos implantados em nossos corpos e em nossos cérebros todos os tipos de gadgets e chips de conexão e comunicação em tempo real, acessando, compartilhando e produzindo todo o tipo de informação e conhecimento.

    Nota:
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  • Nunca como agora o desconhecido foi tão atrativo. Filmes, séries, livros e tanta informação tem sido estruturada em torno do que não conhecemos. Universidades, centros de estudo e de investigação, empresas e laboratórios de P&D, professores das mais variadas origens e áreas de atuação, empreendedores, empresários e figuras públicas, têm dedicado tempo e investido recursos (humanos, técnicos e financeiros) para tentar desvendar o novo e o desconhecido dentro de nossas mentes, em nossos corpos, na natureza, nos animais, no espaço e em outras galáxias.

    Seja para fortalecer a base de conhecimento ou para tentar encontrar soluções para problemas atuais, nunca existiu tanta preocupação com o desconhecido, gerando uma crescente mobilização sobre territórios inexplorados. Esse sentimento de busca pela desconhecido deixou as telas dos filmes de ficção, entrou nas empresas, nos negócios e nas nossas vidas e permitirá às empresas encontrarem novos caminhos para os seus negócios e para os seus (atuais e novos) mercados. Viveremos a colonização do espaço, a importação de matérias primas interplanetárias e quem sabe até contato com outras espécies.

    Nota:
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  • É universalmente aceito que vivemos tempos de abundância. Significa que estamos vivendo momento histórico e único na humanidade onde a qualidade generalizada de vida da humanidade tem melhorado e tenderá a melhorar mais ainda. Não há falta de recursos, nem de matérias-primas (embora nem sempre estejam corretamente distribuídas) e as novas gerações estão vivendo melhor que as gerações anteriores. Se analisarmos a qualidade de vida hoje comparada com a qualidade de vida dos nossos avós quando eles tinham a nossa idade é clara a diferença, para melhor.

    No entanto, com tanta abundância e crescente disponibilidade de recursos, enfrentamos um fenômeno de fechamento sobre nós mesmos, onde damos mais relevância aos amigos virtuais que aos reais ou aos familiares distantes (que se conectam diariamente com cada um de nós) do que aos que possam estar a "um passo de distância". A solidão tenderá a redefinir as nossas formas de relacionamento, atuação e aprendizagem, obrigando a uma nova definição de humanidade, quem sabe até resgatando os valores de outros tempos, numa busca por uma maior humanização das nossas vidas apesar da elevada disponibilidade de acesso a tudo nas nossas vidas.

    Nota:
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  • O fenômeno da digitalização e da conectividade tem dado uma preciosa contribuição para conscientizar o mundo sobre muitas coisas que antigamente não sabíamos que existiam, ou se sabíamos não tínhamos como provar. Principalmente sobre ameaças à humanidade e desigualdades de todos os níveis.

    A designada 4ª Revolução Industrial tem o potencial de tornar as desigualdades visíveis e com isso forçar governos, instituições, personalidades e a própria sociedade a atuar para a sua redução.

    Nunca como agora a pressão social sobre governos e personalidades pela via da digitalização (redes sociais, grupos de whats app e demais ferramentas de conexão) teve tanta força e impacto na mobilização e atuação efetiva para reduzir desigualdades.

    Assistiremos a um crescimento exponencial da busca pela transparência (nos negócios, nas políticas, nas relações) e uma maior mobilização pelo impacto social de cada um para um mundo melhor.

    Nota:
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  • Os americanos usam uma abreviatura para explicar o mundo de hoje. Eles dizem que o mundo é VUCA (em inglês) ou VICA (em português), significando que o mundo muda em velocidade muito acelerada e com destino incerto, proporcionando várias respostas para uma mesma questão. A sigla VUCA de volatilidade (volatility), incerteza (uncertainty), complexidade (complexity) e ambiguidade (ambiguity) tem assumido relevância nas análises do momento que vivemos e viveremos na próxima década.

    Mas quando olhamos o futuro que se aproxima e o cruzamos com a forma como temos sido formatados pela sociedade da 2ª Revolução Industrial encontramos invariavelmente três sentimentos:

    • Medo (Fear): "sentados" em nossas zonas de conforto assistimos a inúmeras mudanças que, pela sua velocidade e impacto, nos deixam ansiosos e pensativos sobre a nossa capacidade de lidar com toda a transformação futura.
    • Incerteza (Uncertain): a velocidade da mudança gera sempre a incerteza de quais impactos e resultados obteremos ao adotar a mudança e se conseguimos lidar com ela.
    • Dúvida (Doubt): cresce a dúvida se estamos caminhando para tempos melhores ou piores e como nos devemos adaptar a eles garantindo alguma segurança.
    Nota:
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Tendências Comportamentais

  • Representa o movimento crescente de transferir e dar poder aos consumidores, permitindo que estes tomem as suas decisões, nos mais variados âmbitos: pessoal, profissional, politico, ...

    Pessoas empoderadas são agentes de transformação e clientes empoderados (e portanto mais fidelizados) contribuem para a perenidade dos negócios e das empresas.

    Inclui e considera o DIY (do it yourself, ou o faça você mesmo) como parte do comportamento, que demonstra uma mudança na forma de relacionamento com marcas e empresas onde quem decide o que compra, seleciona, recomenda e endossa é o consumidor.

    Empresas com colaboradores empoderados e com clientes empoderados garantem maior solidez e perenidade, ao construírem à sua volta comunidades de seguidores e apóstolos.

    Nota:
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  • Crescem nos mercados profissionais aquelas pessoas que não há o "ir ao escritório", tão pouco o cumprimento do expediente normal.

    Usando mochilas e pastas griffes e modernas, com um ar mais informal, abandonando gravatas e ternos, adotando roupas leves e confortáveis e impulsionados pelos seus laptops, smartphones, aplicativos de comunicação, redes sociais, leitores de música conectados na cloud e suportados pelas redes de conexão eles trabalham quando e onde querem e precisam.

    Um estilo de trabalho e de vida fundamentalmente urbano, que traz consigo novos e diferentes padrões de mobilidade e de hábitos de alimentação, relacionamento e consumo.

    Uma nova cultura de trabalho que está transformando empresas e formas de atuar nos negócios e que tende a mudar a lógica das empresas no futuro.

    Nota:
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  • Este movimento vai muito além da questão de relaxamento, traduzindo-se numa necessidade mais básica para viver em equilíbrio.

    A vida é cada vez mais estressante e emocionalmente exigente. Os níveis de estresse no trabalho nunca foram tão altos e a busca por soluções de relaxamento e melhoria da qualidade de vida nunca foram tão importantes na vida das pessoas.

    Seja uma pausa diária, um retiro ou mesmo uma forma de vida, a busca pelo equilíbrio e pelo desacelerar do mundo conectado tem ganho adeptos e aberto inúmeras oportunidades de negócio.

    O maior desafio hoje é conseguir viver em equilíbrio com tantas demandas e iniciativas que nos aceleram a vida e o cérebro.

    Nota:
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  • Os produtos por si só já não têm o valor de outros tempos. As marcas agregam valor, no entanto, é necessário ainda mais. O consumidor procura algo mais do que um simples produto. Todo o processo de compra deve ser acompanhado por algo único – uma experiência – capaz de estimular os cinco sentidos.

    A experiência na compra e na utilização de produtos e de serviços deve ser memorável e transformar todo o processo de compra e de consumo em algo inesquecível. Economia da Experiência refere-se por isso a experiências vividas pelo consumidor, que são proporcionadas pelas marcas, com o objetivo de que estas se transformem em vendas, reconhecimento e reforço de imagem.

    Mais do que produtos, cada vez mais iguais, o mundo procura a construção e entrega de experiências capazes de se diferenciar no mundo globalizado e concorrencial, garantindo com isso ligações emocionais fortes além da mera apresentação de ofertas e vantagens, fortalecendo o envolvimento de pessoas com marcas. Ou como dizia Benjamin Franklin (1706-1790), "Diga-me e eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei".

    Nota:
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  • Expressão genérica, que abrange vários significados, sendo frequentemente usada para descrever atividades humanas voltadas à produção de valores de uso comum e que são baseadas em novas formas de organização do trabalho (mais horizontais que verticais), na mutualização dos bens, espaços e instrumentos (com ênfase no uso e não na posse), na organização dos cidadãos em redes ou comunidades, e que geralmente são intermediadas por plataformas Internet.

    A economia compartilhada contempla 3 possíveis tipos de sistemas:

    1. Mercados de redistribuição: ocorre quando um item usado passa de um local onde ele não é mais necessário para onde ele é. Baseia-se no princípio do "reduza, re-use, recicle, repare e redistribua".
    2. Lifestyles colaborativos: baseia-se no compartilhamento de recursos, tais como dinheiro, habilidades e tempo para melhoria de todos.
    3. Sistemas de produtos e serviços: ocorre quando o consumidor paga pelo benefício do produto e não pelo produto em si. Tem como base o princípio de que aquilo que precisamos não é um CD e sim a música que toca nele.

    Estamos em presença da construção de uma nova inteligência coletiva transformadora do próprio modelo económico existente.

    Nota:
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  • Vivendo uma verdadeira revolução de conectividade e tecnologia tudo caminha de forma convergente na palma da nossa mão.

    Vivemos nossas vidas e trabalhos dobrados sobre uma tela de smartphone ou laptop estando permanentemente conectados com os demais e garantindo que temos tudo o que necessitaremos à distância de um click.

    O www de world wide web deu lugar ao www de what we want, tal é cada vez mais a facilidade de aceder e compartilhar tudo. As idas ao banco, médico, supermercado, escola ou mesmo trabalho têm sido gradualmente substituídas por apps que nos resolvem tudo e nos facilitam universalmente a vida.

    Caminhando para um mundo 100% conectado, a convergência assumirá cada vez mais importância e será o fator diferenciador entre marcas e na escolha das soluções diárias.

    Nota:
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  • Saúde e bem-estar, longevidade e felicidade são fundamentais.

    Os benefícios são óbvios e (mente sã em corpo são) permite que se possa enfrentar com outra garra as adversidades dos tempos modernos.

    As fontes do estresse diário são muitas e é prioritário ter formas e meios de o combater. A promoção e o monitoramento permanentes de práticas e estilos de vida mais saudáveis são fortemente disseminadas, com recurso às tecnologias de informação e a um mundo cada vez mais interligado em busca de felicidade utilizando as tecnologias de informação e o um mundo cada vez mais interligado. Partilham-se histórias, experiências, técnicas, dietas, planos de treino, etc.; tudo o que promova a vitalidade é bem vindo!

    Um mundo mais Wellthy (junção de Wellness e Healthy) cresce como contraponto e busca de equilíbrio ao mundo conectado e vivido em permanente aceleração.

    Nota:
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  • A evolução do Design caminhou para uma simbiose entre forma e funcionalidade, associando-se a valores presentes na Sociedade como a sustentabilidade, a personalização, a tecnologia, a automatização, e até mesmo a inclusão.

    A sociedade quer objetos cada vez mais simples e funcionais, bem como duráveis (consciência de que os recursos são finitos). Além disso, é necessário existir um ambiente de maior simplicidade.

    No Design, a tecnologia é usada de forma permanente para uma maior personalização e interatividade e baseia-se na premissa de que o preço já não é mais aquilo que se paga por algo, mas sim o que se recebe por algo (caso contrário, torna-se apenas um custo).

    Desta forma, o Design deve desempenhar um papel que encarne o processo conceptual, criativo, de fabrico e de comercialização com forte inspiração e orientação da experiência do usuário.

    Nota:
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  • EcoSustentabilidade é a consciência de que ser "eco" não é suficiente para preservar o planeta e é necessário ir além da ideia de conservação da natureza e preocupar-se especialmente com a humanidade e a sua relação com o meio ambiente. É necessário que tudo o que produzimos seja sustentável, para termos uma vida mais equilibrada entre o que consumimos e o que a natureza fornece. O termo vem do latim e significa sustentar, defender, promover, apoiar, manter e cuidar, ou seja, todas as nossas ações devem considerar os recursos disponíveis e acessíveis.

    Sustentabilidade é a palavra de ordem nas iniciativas empresariais e políticas que influenciam as mudanças no comportamento e ações em diversas áreas. Vemos marcas focadas na utilização de materiais reciclados/recicláveis ​​ou preocupadas em melhorar a sua sustentabilidade de produção. As empresas estão preocupadas em ter edifícios mais sustentáveis, e na sua missão e valores são intrínsecos os deveres de preservação ambiental. As próprias políticas governamentais, que cada vez mais proporcionam incentivos para iniciativas sustentáveis ​e ações em prol do ambiente, bem como a promoção e exigência na redução de resíduos ocuparão espaço crescente nas agendas mundiais.

    Nota:
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  • A importância de nos rodearmos de símbolos, imagens e histórias que contem uma história que gere identificação e envolvimento com os nossos consumidores cresce e a necessidade de nos ligarmos ao nosso imaginário, aos nossos sonhos e às nossas histórias de infância ganha força.

    Para criar ligações pessoais, promover soluções inovadoras para problemas e gerar um entendimento comum sobre ambições e soluções futuras esta nostalgia assume cada dia mais relevância.

    Por outro lado, a necessidade de resgatar o passado para nos resguardar de um presente que – em muitos casos – pode ser "homogeneizado" e "industrializado" em excesso, e, quase sempre, incerto recorrendo a referências estéticas ou "recordações" fortes, que vêm dar um novo valor às experiências atuais, criando-nos, assim um "porto seguro" nos tempos de incerteza e de desconfiança atuais tem mostrado ser um caminho para a diferenciação.

    Isto é, o passado pode dar-nos pistas e força para enfrentar o presente e olhar com maior confiança para o futuro.

    Nota:
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  • A busca pela igualdade de gêneros está mais em discussão do que nunca.

    A área da moda inaugurou o tema da busca pela redução da diferença entre sexos, mas a agenda global hoje foca muita da sua atenção no equilíbrio entre gêneros, na busca pela redução e eliminação do preconceito perante minorias ou grupos considerados diferentes e das desigualdades nas empresas, nos mercados e na própria sociedade.

    Com a crescente procura de maior qualidade de vida e redução das desigualdades, este tema é particularmente sensível e ao mesmo tempo importante, não apenas para dar a imagem de que existe preocupação e adequação às mudanças, como também para reforçar a autenticidade e a cultura empresarial no mundo.

    Assistiremos a uma maior consciência e ação na busca do equilíbrio global.

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  • Mais de metade da população mundial vive em grandes cidades e ao contrário do que aconteceu em outras épocas, a maioria das pessoas nasceu nas cidades. Quem não nasceu vive as cidades com tanta intensidade como uma terra-natal. Gostam de torná-la na SUA cidade, cuidar dela e tratá-la como se fosse a SUA casa. E com a crescente urbanização cresce o interesse que as populações urbanas ganham pelo espaço onde habitam, tornando-os mais acolhedores para si e para os restantes habitantes. Com mais de 50% da população mundial a viver em cidades, a necessidade que as pessoas têm em dar um cunho pessoal a algo que antes não tinha rosto é cada vez maior.

    Quem mora na cidade conhece bem os mais recônditos cantos e histórias passadas e sabe tirar o maior proveito dela, dando em troca a dedicação e carinho eternos, contribuindo para uma constante descoberta e melhoria da vida urbana.

    Nota:
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  • A sociedade atual tem consciência dos problemas económicos, sociais e do facto de os recursos ambientais serem finitos e aumentou o seu conhecimento sobre as manobras de marketing das empresas para vender tudo a todos, muitas vezes sem a qualidade anunciada. Esta consciência leva a um novo modo vida, o P 2 P – Person to Person (ou Peer 2 Peer).

    Na busca de consumo mais racional, ambientalmente correto e devidamente adequado às necessidades, as pessoas estão considerando muito mais a opinião dos seus pares (amigos, familiares, conhecidos, clientes, ...) do que as meras comunicações das marcas se promovendo e exaltando as suas qualidades.

    A confiança no outro está superando o poder das marcas e quem pretender engajar e conquistar clientes terá de pensar de forma mais envolvente de credibilização perante o grupo do que apenas olhar para o seu alvo definido nas estratégias de marketing e comunicação.

    Nota:
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  • Ao mesmo tempo que vivemos em rede cada vez mais conectados cresce um comportamento de isolamento, de busca de privacidade que permita um reencontro com cada um de nós.

    Com medo da padronização natural de um mundo digitalizado, repleto de conteúdos e informação pulverizada, demandando a nossa atenção e foco permanente, as pessoas estão caminhando para momentos de isolamento, para descanso, para recarregar energias, ou apenas para poderem recentrar as suas ideias e convicções de forma a estarem mais preparadas e conscientes do momento de transformação que estão vivendo.

    Quantas vezes nos questionamos se estamos no caminho certo, se estamos tomando as decisões corretas ou se temos toda a informação necessária no momento necessário? Essas respostas não se conseguem no dia-a-dia conectado e estressado, requerendo uma busca de momentos centrados na individualidade e privacidade necessárias à reflexão e tomada de decisão.

    Nota:
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  • O conhecimento humano em 1900 dobrava a cada 100 anos; Em 1945 a cada 25 anos; Em 2014 a cada 12 meses e em 2020 dobrará a cada 12 horas.

    É fácil prever que tudo será cada vez mais rápido e instantâneo, transformando a realidade que conhecemos numa enorme realidade líquida.

    Os nossos limites de paciência e espera reduzem à medida que este mundo acelera, elevando o nível de exigência para com empresas, permitindo cada vez menos que estas gastem o nosso tempo com coisas desnecessárias na prestação de serviços.

    O tempo é cada vez mais precioso e por isso qualquer momento de espera precisa ser recompensado com algo absolutamente único e relevante. Sem tempo a perder a busca faz-se pelo mais rápido, embora nem sempre pelo melhor.

    Nota:
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Tendências de Negócio

  • Desmaterialização significa diminuir a nossa dependência de recursos físicos, usando cada vez mais as tecnologias e os chamados meios digitais em vez recursos físicos como papel ou plástico. Os exemplos clássicos de desmaterialização passam pela substituição das diskettes pela cloud, dos DVDs pelo netflix ou dos cds pelo spotify ou apple music.

    A desmaterialização está entrando em todas as áreas e mudando significativamente a forma como o mundo gera, consome e descarta os recursos.

    Este movimento acelera os negócios digitais e as vidas na rede social como variáveis de um mundo mais digitalizado e mais conectado com forte impacto nas empresas, suas estruturas e formas de fazer negócio.

    Nota:
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  • Empresas que não sejam mobile terão bastante dificuldade em sobreviver em um mundo dependente da conexão, da convergência e dos gadgets.

    Os negócios dependerão cada vez mais da sua capacidade de se adaptarem a um mundo conectado, seja na prestação de informação em tempo real, seja na capacidade de acompanhar a mobilidade dos seus clientes nas redes e na vida digital.

    Mais do que estar na internet há que ser verdadeiramente mobile e flexível de modo a manter uma performance relevante nos mercados. Adotar uma cultura de negócios mobile pressupõe uma rápida transformação digital, adotando as soluções da indústria 4.0 que facilitem a interação, monitoramento e entrega no tempo certo.

    Nota:
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  • Sistemas hierárquicos tradicionais estão perdendo espaço para modelos de empresa mais flexíveis, participativos e focados em exposição, engajamento e co-criação, colaboração e competição.

    Cada vez mais a retenção do talento humano está na ordem do dia nas empresas. Mais do que reter pessoas é necessário engajá-las e motivá-las para novos desafios e novas metas, nunca antes alcançadas.

    A liderança assume um papel de mentoring e orientação colaborativa, abandonando as visões puramente top-down e impositivas.

    Em tempos de mudança exponencial motivada pelo avanço tecnológico as empresas adotarão estruturas mais flexíveis, menos hierarquizadas e principalmente capazes de se adaptar na mesma velocidade que os mercados e os clientes mudam.

    Nota:
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  • Sempre se falou na importância do cliente enquanto ativo das empresas e dos negócios mas nunca como agora, fruto da elevada concorrência, se deu tanta importância ao que o cliente espera e precisa de uma empresa.

    Empresas clientocênticas terão muito mais sucesso do que empresas onde o foco é apenas o produto ou o processo.

    Conhecer o cliente, mapear a sua jornada, identificar as suas necessidades e descobrir a tarefa para a qual somos contratados (job to be done) fará a diferença na gestão de portfólios, estratégias de comunicação e de relacionamento futuros.

    As empresas de sucesso serão mais client oriented do que apenas product oriented. Isto significa maior importância ao que o cliente pretende, mudando a teoria da gestão (sempre focada no produto e numa direção de dentro para fora), onde o cliente nos dará a orientação do que pretende condicionando as empresas e o seu processo não ao que internamente se acredita que deve ser feito mas ao que o mercado exige que se faça.

    Nota:
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  • A Inovação tem ganho na última década importância critica na sobrevivência das empresas. Inovação não significa tecnologia ou orçamentos inesgotáveis. Inovação significa Ideias Novas em Ação e não é mais do que a capacidade que as empresas e os seus colaboradores têm de ter em entender o ecossistema onde estão inseridos, antecipar os movimentos e agir de forma proativa na criação de novas realidades e com isso garantirem a sua sobrevivência, perenidade e sucesso.

    Mas esta capacidade de inovar não se resume a iniciativas soltas ou isoladas e muito menos terá o sucesso necessário se apenas se adotarem pontualmente movimentos chamados inovadores, como labs, hackathons ou eventos de criatividade. Mais do que tecnologias ou produtos, a inovação é uma disciplina empresarial com a capacidade de transformar o ecossistema e os negócios. Não sendo propriedade de um departamento ou um único profissional ela é responsabilidade de todos quantos coabitam o sistema empresarial independente de função hierárquica, antiguidade ou peso na empresa. Construir, fortalecer e disseminar uma Cultura de Inovação é o que fará a diferença entre as empresas que sobreviverão e as que passarão à história.

    Nota:
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  • A ideia do bilhão está dentro da empresa mas pulverizada e dividida por tantos quantos habitam o seu ambiente e nele convivem diariamente. Hoje não mais uma única pessoa é detentora do conhecimento ou tem a capacidade de resolver os problemas que as empresas enfrentam.

    Mais, os próprios clientes possuem um nível de conhecimento muitas vezes superior às empresas que lhes prestam serviços e vendem produtos.

    Ter a capacidade de envolver todos no mesmo processo de análise, criação, construção e disseminação de ideias e sua transformação em soluções (produtos ou serviços) é uma habilidade crítica da gestão no futuro. A colaboração de todos quantos interagem em determinado ambiente de negócios, em processos permanentes de trabalho co-criativo, conseguirá construir soluções com maior valor e que sejam o garante de mais e melhor perenidade para as empresas do futuro.

    Nota:
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  • O Branding é definido como o conjunto de ações que a empresa define em termos de marketing e comunicação, alinhadas com o seu propósito, posicionamento e valores defendidos.

    O objetivo do branding é despertar sensações e criar conexões (mais emocionais do que racionais), que serão cruciais para que o cliente escolha a sua marca no momento de decisão de compra do produto ou serviço, construindo um mapa mental centrado em soluções emocionais, capazes de se sobreporem às meras características técnicas de um produto. As pessoas compram o emocional que as marcas representam, mais do que as características que os produtos entregam.

    E em um mundo onde as marcas são cada vez mais importantes, na relação com os seus clientes, a diferenciação delas estará cada vez mais centrada na sua capacidade de contar histórias, verdadeiras e que se conectem emocionalmente com o seu cliente. O storytelling (capacidade de contar histórias) será a mais importante ferramenta no fortalecimento das marcas que liderarão a mudança e a adaptabilidade ao que a próxima década trará.

    Nota:
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  • Está provado que pessoas felizes produzem mais, são mais criativas e conseguem resultados surpreendentemente melhores do que pessoas cujo estado de espirito é considerado como um estado neutro ou negativo. É fundamental fortalecer os índices de felicidade de colaboradores mantendo níveis elevados de felicidade na busca permanente por melhores resultados.

    Ao mesmo tempo e porque cada pessoa é diferente e passa por diferentes estados de espírito ao longo do dia, a capacidade de gerenciar a chamada inteligência emocional fará a diferença no serviço ao consumidor e na presença no mercado.

    E para garantir um ambiente saudável que possibilite melhores índices e melhores performances é necessário garantir o equilíbrio das competências técnicas, com as comportamentais e as de gestão, incluindo de forma permanente e efetiva a gestão dos chamados soft skills, ou seja, mais do que preparar as pessoas com apenas características técnicas, a gestão do futuro passará cada vez mais pela gestão de sorrisos de todos quantos interagem com as empresas (clientes, parceiros, fornecedores, colaboradores, ...).

    Nota:
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  • As empresas são os que os clientes dizem que elas são. Mais do que falar – fazer e provar. Usar os seus dados mas também o feedback do consumidor e da sociedade como um todo para melhorar marca e imagem influenciará cada vez mais as decisões de compra, uma vez que recomendação e endosso ganham importância quando comparada com as normais estratégias de comunicação.

    Precisamos usar permanentemente os comentários, feedbacks e críticas dos clientes para mostrar que não se tem medo da crítica – e, portanto, nada a esconder, e, principalmente, que ela é usada como elemento de melhoria e inovação permanentes.

    Ter linhas permanentemente abertas para comentários, críticas e sugestões e, também, processos de compensação por erros e falhas rápidos e consistentes, aumenta a credibilidade e consequentemente a reputação de marcas e empresas. E reputação se sobrepõe cada vez mais aos investimentos de marketing ou comunicação na construção de uma imagem de uma empresa no mercado, uma vez que a confiança no par (colega, cliente, amigo) e na sua recomendação é decisiva para a tomada de decisão.

    Nota:
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  • Permitir a personalização – parcial ou até total – de produtos e serviços como resposta à homogeneização da industrialização e tecnologia melhorará a relação com clientes e fortalecerá a exclusividade das marcas.

    Entender o cliente, pelas ferramentas online e offline disponíveis e pelo feedback de vendas e gerir de forma permanente as expectativas que contemplem a possibilidade de personalização total ou parcial de produtos e serviços segundo perfis e retorno, deve ser cada vez mais considerado na atuação de marketing e comercial.

    Oferecer as possibilidades de adaptação/personalização de forma proativa, sempre que possível, para demonstrar que existe um programa de gestão de expectativas sustentado no conhecimento do cliente e que não espera este pedir o que é melhor para ele ou o que ele gostaria de ter.

    Nota:
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  • A atuação de Marketing e Vendas precisa cada vez mais de monitoramento e informação que permita às empresas agirem em tempo real na apresentação e/ou comprovação de oportunidades para os seus clientes e antecipação a movimentos da concorrência.

    Os clientes esperam cada vez mais uma ação imediata – e preferencialmente proativa – dos seus parceiros, o que exige um elevado conhecimento de suas necessidades e expectativas.

    Isto exige uma atuação constante ao nível da coleta, análise a aplicação permanente de informação relevante sobre eles (big data em ação), permitindo construir conteúdos (content marketing) para assegurar a relevância e principalmente a capacidade de resposta evitando ou atrasando a entrada da concorrência.

    Nota:
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  • O "trabalho à distância" tem cada vez mais peso, permitindo maior mobilidade e capacidade de entrega a clientes. Crescem profissionais que trabalham em cafés, centros comerciais, aeroportos, espaços de co-work, etc., apenas utilizando um computador e uma conexão de internet, alargando períodos horários e flexibilizando o dia.

    Por um lado isso aumenta o foco e por outro não expõe os colaboradores a problemas de mobilidade. A geração dos nômades urbanos ganha peso nas empresas, focados em gerir projetos e não horários, permitindo-se maior qualidade de vida e maior engajamento com a empresa e com a função, aumentando por isso a eficácia produtiva. E com isso as empresas estão reduzindo os espaços ocupados pelos escritórios com a consequente redução de custos e melhorias de produtividade.

    Nota:
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  • Os mundos virtual e real, ou físico, unem-se cada vez mais em uma só realidade, acessível e disponível em qualquer lugar a qualquer hora. Do ponto de vista do consumidor já não existe mais a separação entre o que é online e o que é offline e isso impacta decisivamente a forma como devemos pensar o negócio com esta integração e convivência.

    Podemos e devemos maximizar a facilidade e a segurança de acesso ás ofertas empresariais, de forma permanente e flexível aproximando empresa e clientes através da coerência de mensagens, abordagens e processos em todos os pontos de contato (físicos ou digitais) com clientes e consumidores. Este omnicanal representa principalmente evolução do varejo tradicional, que assume agora uma visão totalmente integrada e experiencial, atuando em todas as vertentes da relação e da presença online e offline onde e quando o cliente pretender. Ou seja, estar omnipresente para se ser encontrado quando o cliente precisa, é mais importante do que tentar atuar de forma intrusiva. O canal de venda será cada vez mais definido pelo cliente nos momentos e formatos que ele pretender para fazer face às suas necessidades e desejos.

    Nota:
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  • Com a crescente conectividade, mais pessoas no mundo e maior interação entre elas a geração e partilha de informação aumenta, estando hoje mais acessível ao acesso à informação gerada por todos.

    Usar esses dados e ferramentas relacionadas ao seu tratamento e gestão para antever as melhores formas de gerir recursos – naturais, económicos e financeiros a nível nacional, regional ou até pessoal – fará a diferença no sucesso empresarial.

    Aproveitar a elevada disponibilidade de informação para gerar conhecimento ativo e aplicável no fortalecimento das relações com clientes e na melhor gestão de recursos proporcionará mais eficácia e mais vendas.

    Empresas e negócios que não usarem a informação para a tomada de decisão estarão deixando nas mãos de terceiros a sua sobrevivência.

    Nota:
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  • Com o aumento da concorrência e a crescente dificuldade de fidelização de clientes a relação proativa, antecipando as necessidades do cliente e atuando de forma personalizada assume-se como fator crítico de sucesso.

    Devemos por isso aproveitar a disponibilidade da informação, o crescimento da onda tecnológica e a exposição dos clientes, para conhecê-los melhor, mapear os pontos de contato e definir as melhores estratégias de abordagem personalizada e proativa.

    E considerar que é necessário preparar todos quantos nas empresas contatam com clientes para conseguirem de forma efetiva captar informação e decidir as melhores formas e os melhores momentos de abordagem que permita aumentar a conversão de vendas.

    Nota:
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  • Transformação digital é uma nova abordagem onde as TIC (tecnologias de informação e comunicação) desempenham um papel chave na transformação da estratégia, estrutura, cultura e processos de uma empresa, utilizando o alcance e o poder da conectividade, da internet e da tecnologia. Passa pela capacidade que uma empresa precisa ter para desenhar a jornada do seu cliente, definir quais processos poderão ser digitalizados, selecionar as tecnologias mais adequadas às necessidades e desenhar novas abordagens ao negócio, criando até outras oportunidades de negócio futuros. E a transformação digital caminha para ser o garante das empresas que, no futuro, estarão aptas a navegar nos mercados existentes desde que consiga alinhar esta transformação com a visão estratégica de futuro.

    Para reforçar este movimento de transformação digital ganha força a importância da informação (data) para o negócio e a capacidade de automatizar as empresas para conseguir transformar em tempo real a informação em conhecimento, automatizando, por consequência, as decisões de gestão e de relacionamento de uma empresa com os seus públicos.

    Nota:
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  • Num mundo em transformação rápida, empresas engessadas em processos e com crenças rígidas e alicerçadas na história e no "sempre foi assim" terão maior dificuldade em se adaptarem ao futuro e sobreviverem ao que se aproxima na próxima década.

    Adotar uma mentalidade ágil, flexível e com coragem para testar novas abordagens e novas ideias, representa uma mudança cultural e comportamental profunda capaz de garantir a perenidade futura.

    Independentemente do tamanho, todas as empresas precisam adotar maior flexibilidade na sua mentalidade e forma de atuação, como se de uma start up se tratassem. E essa mentalidade adota uma postura mais flexível, mais centrada na rede do que na hierarquia e centrada em novas abordagens de trabalho que considera equipes mais ágeis e resilientes e onde, usando a disponibilidade tecnológica, possam trabalhar em qualquer lugar, não necessariamente dentro da empresa.

    Nota:
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  • Perante tanta transformação acontecendo as ferramentas de planejamento e de gestão e as abordagens tradicionais estão perdendo espaço. O que antes era um planejamento de 3 ou 5 anos estável e realista perdeu espaço para algo que precisa ser revisto periodicamente tal é a velocidade de mudança.

    A capacidade de entender e manter uma análise permanente sobre o ecossistema e suas transformações e definir de forma proativa as melhores ações, que permitam construir uma diferenciação face aos outros players no mercado, que resulte em vantagem competitiva pelo maior período de tempo possível, reflete uma abordagem estratégica mais flexível e adaptável que transformará o planejamento e a gestão tradicionais em memórias de um museu.

    Planejamento estratégico flexível e adaptável permitirá às empresas uma elevada capacidade de se adaptar às mudanças dos mercados e reagir em tempo útil a transformações geradas por outros, sejam novos entrantes ou concorrentes.

    Nota:
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Cultura de Inovação

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  • A convicção é base de qualquer posicionamento. Há empresas que acreditam em inovação e há empresas que não acreditam.

    Embora o século XXI esteja sendo impiedoso com quem não inova, ainda há organizações que se apoiam em práticas que funcionaram no passado e pregam abertamente a "importância da tradição". Já aquelas que reconhecem a importância da inovação, possuem uma forte orientação para processos, cultura e mindset inovador.

    O mindset é algo transversal a toda a empresa e seus colaboradores, independentemente de posição hierárquica ou tempo na companhia.

    Nota:
  • Para inovar é necessário olhar para o futuro e para as tendências. O futuro não é uma caixa preta e vários movimentos são claros e previsíveis. Empresas altamente inovadoras olham para o futuro constantemente e possuem agenda clara nesse sentido com objetivo de manter atualizadas as suas convicções sobre o que está em mudança e pode afetar a sua sobrevivência no mercado.

    A agenda é algo que deve ser sempre puxado pela liderança numa clara afirmação de endosso à relevância do tema.

    Nota:
  • Empresas inovadoras possuem profissionais inovadores.

    Elas conseguem, através da sua cultura e de seus processos de gestão de pessoas, atrair e reter profissionais ambiciosos, inquietos, críticos e com visão inovadora, capazes de mudar o rumo dos acontecimentos, criando, produzindo e implementando verdadeiras transformações nos negócios.

    Nota:
  • Inovação não pode ser atribuição de um departamento. Empresas altamente inovadoras possuem uma Equipe Transversal de Inovação (ETI), com pessoas de diversas áreas, que coordenam a gestão e o processo de inovação da empresa, fazendo com quem todos os níveis hierárquicos possam contribuir com ideias inovadoras.

    Nota:
  • Inovação é mais transpiração do que inspiração. Claro que precisa de gerar ideias, mas elas por si só não significam nada sem a capacidade de as implementar e transformar em algo de valor agregado para a empresa.

    É mais processo coletivo do que individual. Portanto organizações inovadoras possuem um processo claro de inovação, que gerencia com agilidade e eficiência todas as etapas de um processo que começa na geração de uma ideia e termina na implementação ou não da mesma. Para isso acontecer de forma estruturada, um processo construído por todos e por todos adotado e seguido é necessário.

    Nota:
  • Não há crescimento sem investimento. Não há inovação sem investimento.

    Empresas inovadoras dedicam parte de seus recursos (financeiros, humanos e materiais) para a inovação. Essas empresas sabem que muitas ideias irão para o lixo, mas que uma delas irá compensar todas as perdas e elevar a empresa a um outro patamar. Por isso, investem continuamente em inovação.

    Considera-se que uma empresa que queira adotar uma Cultura de Inovação deva alocar um valor mínimo de 5% a 8% do seu orçamento e do seu tempo para a inovação. Mediante a ambição inovadora maior deve ser a locação de recursos.

    Nota:
  • Um ambiente inovador é fundamental para que as pessoas se motivem, participem e ajudem a empresa a inovar. Nestas organizações, os ambientes físicos e a cultura promovem a liberdade de expressão, a criatividade e a motivação. Neles, as pessoas são mais autênticas, mais produtivas e mais estimuladas a terem pensamento crítico e colaborativo.

    Nota:
  • Por último, e não menos importante, todos os "ingredientes" acima precisam de um "Chef" para que o prato final seja ótimo. A liderança em empresas inovadoras é autêntica, forte e competente. Líderes inovadores formam equipes inovadoras, promovem a colaboração, premiam por mérito, cultivam um ambiente pautado pela eficiência e pela busca contínua da melhoria e da superação. Líderes inovadores inspiram, ensinam pelo exemplo e motivam.

    Nota:

Índice de Future Vision

The Walking Dead*

De 0 até 1,59

Sua nota:

Tem um enorme desafio pela frente, uma vez que ainda está longe de iniciar a transformação necessária à sua sobrevivência no futuro.

Teletubbies*

De 1,60 até 2,79

Sua nota:

Sabe que é preciso mudar e que o futuro é desafiador, mas ainda está na fase das intenções sobre o que fazer e o que mudar para se preparar para o futuro.

The Jetsons*

De 2,80 até 3,49

Sua nota:

Tem clara noção do futuro e já adota alguns movimentos de preparação para enfrentar a transformação, dando passos para a construção de um futuro promissor.

Transformers*

De 3,50 até 4

Sua nota:

Lidera a transformação e está preparada para o que aí vem, tendo uma posição privilegiada para enfrentar o futuro.

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Lei 9279/1996

Art. 132. O titular da marca não poderá:

I - impedir que comerciantes ou distribuidores utilizem sinais distintivos que lhes são próprios, juntamente com a marca do produto, na sua promoção e comercialização;

II - impedir que fabricantes de acessórios utilizem a marca para indicar a destinação do produto, desde que obedecidas as práticas leais de concorrência;

III - impedir a livre circulação de produto colocado no mercado interno, por si ou por outrem com seu consentimento, ressalvado o disposto nos §§ 3º e 4º do art. 68; e

IV - impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo.